PT da Bahia articula substituição de Geraldo Júnior
O cenário político baiano ganha novos contornos com a possível subistituiçao do atual vice-governador Geraldo Júnior. Segundo fontes próximas à cúpula do PT, o partido avalia alternativas dentro do próprio MDB para manter a aliança estratégica. O nome que ganha força é o do ex-prefeito por três mandatos e pré-candidato a deputado estadual Carlinhos Sobral, cuja articulação política e trânsito em diversas bases têm chamado atenção.
Movimentos de bastidores
- O Diário Oficial de Coronel João Sá publicou a exoneração de Carlinhos Sobral do cargo de chefe de gabinete e de sua esposa, Jaqueline Rios Lima Sobral, da secretaria de saúde.
- A medida é interpretada como um sinal claro de articulação: caso Carlinhos assuma a vaga de vice, Jaqueline deve ser lançada como candidata a deputada estadual, garantindo continuidade política e manutenção de aliados.
- Outro nome cogitado foi o de Jayme Vieira Lima (CERB), mas sua desenvoltura como pré-candidato a deputado federal poderia enfraquecer o partido, o que fortalece ainda mais a opção por Sobral.
- Outro nome ventilado nas redes sociais tem sido o do deputado federal Mário Júnior, porém o desgaste político e a dificuldade de mudança partidária têm enfraquecido sua viabilidade, levando ao descarte de sua candidatura.
Força eleitoral
- Carlinhos Sobral tem mobilizado cerca de 600 colaboradores em todo o estado.
- A estimativa de votos gira em torno de 120 mil, número que superaria a deputada estadual mais votada nas últimas eleições.
- Esse desempenho reforça sua credibilidade e o coloca como peça-chave para consolidar a chapa do PT com o MDB.
O que está em jogo
A possível indicação de Carlinhos Sobral como vice-governador e de sua esposa como deputada estadual revela uma estratégia dupla:
- Manter o MDB na chapa apesar da substituição de Geraldo Júnior.
- Expandir a base eleitoral com articulações que já demonstram força em diversas regiões da Bahia.
Carlinhos Sobral está entre os três nomes avaliados pelo governo para assumir o cargo de vice-governador, com articulações políticas que mostram fôlego e capacidade de mobilização. A movimentação sinaliza que o PT da Bahia busca renovar sua estratégia sem perder a parceria com o MDB, apostando em nomes com trânsito político e força eleitoral.






