Trump reforça ofensiva contra o Irã e descarta acordo imediato
“Nem tenho certeza de que ainda estou disposto a fazer um acordo.” Foi com essas palavras que Donald Trump surpreendeu nesta quinta-feira ao declarar que os Estados Unidos não estão preocupados em fechar um acordo com o Irã. Segundo o presidente americano, “quem está desesperado são eles”.
Trump destacou que os EUA mantêm bombardeios diários contra alvos do regime iraniano e possuem uma lista de alvos estratégicos a atingir antes de qualquer cessar-fogo. Apesar de o Irã ter liberado 10 petroleiros que cruzaram o Estreito de Ormuz, considerado por Trump um “presente” aos EUA, o gesto de boa vontade não teria sido suficiente para frear a ofensiva americana.
A declaração aumentou a tensão nos mercados globais. Ontem, as ações fecharam em queda e o preço do petróleo voltou a superar os US$ 100, refletindo a apreensão dos investidores diante da escalada militar.
Segundo a Axios, o Pentágono estuda um possível “golpe final” contra o Irã caso as negociações não avancem. Entre as opções consideradas estão: assumir o controle ou bloquear a ilha de Kharg, principal hub de exportação de petróleo; invadir Larak, ponto estratégico de controle do Estreito de Ormuz; tomar ilhas próximas à entrada do estreito; ou bloquear navios iranianos transportando petróleo.
A lógica é clara: demonstrar força massiva para encerrar a guerra ou forçar negociações em termos favoráveis aos EUA. No entanto, Trump ainda não teria tomado uma decisão final sobre o próximo passo.
A tensão aumentou depois que Israel anunciou a morte do comandante da Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, responsável pelo fechamento de Ormuz. A Casa Branca também contribuiu para o clima de suspense, postando vídeos e imagens misteriosas nas redes oficiais.
A situação coloca o mundo em alerta, com impactos diretos na economia global e na geopolítica do Oriente Médio, enquanto analistas acompanham de perto cada movimento de Washington e Teerã.
Trump reforça ofensiva contra o Irã e descarta acordo imediato
“Nem tenho certeza de que ainda estou disposto a fazer um acordo.” Foi com essas palavras que Donald Trump surpreendeu nesta quinta-feira ao declarar que os Estados Unidos não estão preocupados em fechar um acordo com o Irã. Segundo o presidente americano, “quem está desesperado são eles”.
Trump destacou que os EUA mantêm bombardeios diários contra alvos do regime iraniano e possuem uma lista de alvos estratégicos a atingir antes de qualquer cessar-fogo. Apesar de o Irã ter liberado 10 petroleiros que cruzaram o Estreito de Ormuz — considerado por Trump um “presente” aos EUA —, o gesto de boa vontade não teria sido suficiente para frear a ofensiva americana.
A declaração aumentou a tensão nos mercados globais. Ontem, as ações fecharam em queda e o preço do petróleo voltou a superar os US$ 100, refletindo a apreensão dos investidores diante da escalada militar.
Segundo a Axios, o Pentágono estuda um possível “golpe final” contra o Irã caso as negociações não avancem. Entre as opções consideradas estão: assumir o controle ou bloquear a ilha de Kharg, principal hub de exportação de petróleo; invadir Larak, ponto estratégico de controle do Estreito de Ormuz; tomar ilhas próximas à entrada do estreito; ou bloquear navios iranianos transportando petróleo.
A lógica é clara: demonstrar força massiva para encerrar a guerra ou forçar negociações em termos favoráveis aos EUA. No entanto, Trump ainda não teria tomado uma decisão final sobre o próximo passo.
A tensão aumentou depois que Israel anunciou a morte do comandante da Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, responsável pelo fechamento de Ormuz. A Casa Branca também contribuiu para o clima de suspense, postando vídeos e imagens misteriosas nas redes oficiais.
A situação coloca o mundo em alerta, com impactos diretos na economia global e na geopolítica do Oriente Médio, enquanto analistas acompanham de perto cada movimento de Washington e Teerã.






