O início do calendário de pagamentos do Bolsa Família em maio voltou a produzir impactos diretos na economia de pequenas e médias cidades do país.
O benefício, que mantém valor mínimo de R$ 600 por família, injeta recursos principalmente em setores ligados ao comércio popular, supermercados, farmácias e serviços essenciais.
Economistas destacam que em diversos municípios brasileiros a circulação de recursos provenientes de programas sociais representa parcela significativa da atividade econômica local.
O efeito costuma ser percebido rapidamente por comerciantes, principalmente em regiões onde parte relevante da população depende de programas de transferência de renda.
Além do aspecto econômico, o tema também permanece no centro de discussões políticas relacionadas à ampliação de benefícios, programas de emprego e redução da desigualdade social.
A expectativa é que novas medidas voltadas ao consumo popular continuem influenciando indicadores econômicos ao longo do ano.